Utilização do método expositivo e participativo, com relatos de caso e simulação, privilegiando momentos de comunicação e partilha de experiências anteriores e saberes adquiridos em outras unidades curriculares com o objetivo de uma construção coletiva de saberes, o que consolidará a apropriação de competências, dos progressos conseguidos e aspetos a melhorar, promovendo a motivação dos estudantes, favorecendo a sua aprendizagem. Para a avaliação, que será contínua, será proposta a realização de um trabalho de grupo, a desenvolver com orientação tutorial, com a ponderação de 60% e apresentação 40%.
Enquadrar a enfermagem na promoção do autocuidado no idoso;
Compreender o processo do envelhecimento ativo no contexto da promoção do autocuidado;
Identificar o papel dos enfermeiros na promoção do autocuidado no idoso;
Reconhecer a importância dos instrumentos/estratégias promotoras do autocuidado;
Desenvolver a criatividade e sentido estético;
Identificar estratégias que concorrem para a promoção do autocuidado mais adequadas ao idoso no contexto em que se insere;
Capacitar para a organização do trabalho e gestão eficaz do tempo;
Assumir responsabilidades como gestor de caso na mobilização das respostas e recursos comunitários mais adequados para a promoção do autocuidado no idoso.
Nao
1 - Envelhecimento populacional – tendências da transição demográfica no mundo e em Portugal;
2 - Transição epidemiológica e o envelhecimento populacional;
3 - Envelhecimento ativo e saudável: conceitos e controvérsias;
4 - A população idosa na agenda internacional;
5 – Perfil funcional das pessoas idosas: autonomia e independência
6 - Fragilidade e as síndromes geriátricas;
7 - Promoção da saúde e envelhecimento ativo: o foco no autocuidado
8- A violência e o isolamento social
Apresentação: 40.0%
Trabalho de Grupo: 60.0%
Exame Teórico: 100.0%
Almeida, L.; Bastos, P.r. (2017). Autocuidado No Idoso: Revisão Sistemática Da Literatura. Revista Espacios, 38(28), 3. Carmona, J. J., &Amp; Michan, S. (2016). Biology Of Healthy Aging And Longevity. Revista De Investigacion Clinica, 68(1), 7–16.
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João Miguel Almeida Ventura Da Silva